No dia 14 de abril de 2016, a diretora da Escola Rosa de Lima, Maria José juntamente com a coordenadora financeira, participaram de uma formação financeira do PIP, Projeto de Inovação que está sendo desenvolvido na escola. O encontro aconteceu durante todo o dia na Escola de Governo em Natal e visava o treinamento para a prestação de contas dos recursos que serão utilizados nas ações do PIP.
ESCOLA ROSA DE LIMA BEZERRA
domingo, 17 de abril de 2016
COORDENADOR DO PIP VISITA A ESCOLA ROSA DE LIMA
No dia 11 e 13 de abril de 2014, a Escola Rosa de Lima recebeu a visita, para fins de formação, do coordenador do PIP ( Projeto de Inovação Pedagógica) que está sendo desenvolvido na escola. o PIP é um projeto financiado pelo Banco Mundial através do RN Sustentável e visa uma melhoria na aprendizagem dos alunos por meio de atividades inovadoras.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
AS NOVAS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO
As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) torna-se
um valioso instrumento de aprendizagem em nossas escolas.
Essas tecnologias precisam estar equipadas de forma a atender
efetivamente os educandos, com profissionais capacitados para atender as necessidades
e interesses de todos. A TIC contribui com a Educação de forma a melhorar a
qualidade do ensino tendo em vista que o acesso permite novas abordagens, novas
aprendizagens, a busca de um conhecimento mais sistematizado e o desenvolvimento
das capacidades de lidar com as diversas formas de pesquisa e acesso as
informações.
Dessa forma, as políticas públicas voltadas a
educação deve considerar o uso das novas tecnologias como ferramenta indispensável
a aprendizagem e para tanto, precisa traçar objetivos e metas que atenda a
demanda visando combater a exclusão digital em nossas escolas.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
POLÍTICA EDUCACIONAL NO BRASIL
No
decorrer dos anos no Brasil, a Política Educacional fora definida de formas
diferentes, por ser um elemento de normatização do Estado e que envolve
interesses políticos diversos, no entanto, a Política Educacional de um país
deve ser guiada pelo povo, respeitando o direito de cada indivíduo e
assegurando o bem comum.
Desde a redemocratização do país, houve
mudanças acentuadas na educação brasileira, com destaque para a aprovação e
promulgação da Constituição Federal de 1988, que garantiu uma concepção ampla
de educação e sua inscrição como direito social inalienável, bem como a
partilha de responsabilidade entre os entes federados e a vinculação
constitucional de recursos para a educação.
A educação é marcada por políticas
públicas que visam melhorar a qualidade do ensino. No entanto, as mudanças que vem ocorrendo no plano
das concepções e das práticas, no Brasil, têm resultado em realidade
educacional excludente e seletiva. Vivencia-se, no país, um conjunto de ações,
de modo parcial ou pouco efetivo.
Em 2014 houve a implantação do Plano
Nacional de educação (PNE, 2014-2024), sua tramitação envolveu grande
mobilização por parte de estudiosos, educadores da área e outros que
participaram efetivamente de sua elaboração. Este tem o objetivo de orientar as
políticas educacionais para os próximos 10 anos e incorporar reivindicações
históricas dos educadores que contribuam na melhoria da qualidade do ensino.
O plano Nacional de educação tem em sua
redação 20 metas com suas respectivas estratégias, dentre elas, a de número 7,
ganha um caráter mais complexo uma vez que contempla 36 estratégias a serem
seguidas para a efetivação dos anseios da área. Essa meta faz ênfase a
aprendizagem na idade certa e esse fator está relacionado a melhoria da
qualidade do ensino o que a torna ambiciosa tendo em vista a realidade
socioeconômica dos alunos nas diferentes realidades onde estão inseridos, o que
requer uma ação pedagógica diferenciada.
Tornar a educação brasileira de
qualidade significa obter avanços significativos no que tange o processo de
ensino aprendizagem. Necessita absorver todas as crianças e jovens,
garantindo-lhes uma educação consistente com o mesmo padrão de qualidade, para
tanto, é preciso garantir uma equidade e repensar nas práticas educacionais
vigentes e na real situação dos alunos dentro da escola. Para SAVIANE (2014) o
Plano Nacional de Educação deixa a desejar em alguns pontos, nos fatores internos
e externamente quando se trata do mecanismo de financiamento que garanta o
funcionamento do sistema de ensino e um padrão de qualidade que atenda todas as
classes por igual. Assim pode-se verificar uma incoerência entre
o discurso e os procedimentos da política educacional. Este mesmo autor acrescenta que,” No caso do
magistério, faltou assegurar a criação de uma rede pública de formação de
professores ancorada nas universidades públicas como forma de livrar a educação
básica pública da condição de refém do baixo nível das escolas superiores
privadas”.
Aliados ao redimensionamento do
financiamento da educação básica, destacam-se os planos de educação,
prioritariamente o PNE, os Planos Estaduais de Educação (PEE) e os Planos
Municipais de Educação (PME). Se entendidos como planos de Estado, estes deveriam
implicar em redirecionar as políticas e gestão e, principalmente, de financiamento
do orçamento público. Tal dinâmica encontra-se desarticulada e associada à desconcentração
que tem marcado a educação nacional pois como diz Saviane(
2008) “Utiliza-se um princípio aplicado desde o regime
militar: a busca do máximo de resultados com o mínimo de dispêndio. Então, esse
é o primeiro aspecto que interfere na qualidade da educação”.
Referências:
AZEVEDO,
Janete. Educação como política pública. São Paulo: Autores Associados, 1997.
(Coleção Polêmicas do Nosso Tempo).
Conselhos Escolares: uma estratégia de
gestão democrática da escola pública. Brasília:
DF, 2004, p. 23-27.
Lei Nº 13.005, de 25 de junho de 2014.
Aprova o Plano Nacional de Educação e dá
outras providências.
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Revista Retratos da Escola, Brasilia,
V.8,n 15,jul/dez,2014, biblioteca da sala,p.231.
CURRÍCULO E O DIREITO À EDUCAÇÃO.
Estamos inseridos em uma época repleta de
mudanças em todos os âmbitos da sociedade onde há diferentes pensamentos, bem
como, complexas vivencias culturais. Tais fatores refletem diretamente no setor
educacional tendo em vista que é um
cenário de socialização e através da educação buscamos uma formação
compatível com as exigências que hora se propagam.
Nesse contexto, é preciso que professores e
demais profissionais da escola repensem novas formas de ensino e aprendizagem,
para tanto, devem trabalhar com conteúdo que atenda aos educandos de forma
plena, com um currículo amplo e flexível que represente a composição dos conhecimentos e valores que caracterizam
um processo social.
Dessa forma, entendemos que o currículo não
se trata apenas dos conteúdos a serem ensinados, mas também da valorização do saber
adquirido pela vivencia sociocultural dos educandos, que deve ser inserida nas
práticas pedagógicas, de modo que sejam analisadas e sistematizadas. Associa-se o currículo ao conjunto de
esforços pedagógicos desenvolvidos com intenções educativas (MOREIRA e CANDAU
1996), onde cada ação pode ser valorizada e considerada como uma construção
social.
Nesse processo, o currículo não se estabelece
apenas na comunidade escolar, pois as atitudes e valores transmitidos na vivência,
nas relações sociais devem ser levados em conta, portanto, o currículo oculto
deve ser considerado. Silva (1999)
entende que, o currículo oculto é “o conjunto de atitudes, valores e
comportamentos que não fazem parte explícita do currículo, mas que são
implicitamente ensinados através das relações sociais, dos rituais, das práticas
e da configuração espacial e temporal da escola”. Assim, representa as
influências sofridas pelo aluno, imprevistos que acontecem no decorrer do
ensino.
Na instituição escolar, o currículo deve ocupar lugar primordial na construção dos projetos, metas e objetivos, pois é essencial na atuação pedagógica. Portanto é fundamental que passe por constantes discussões, reflexões e planejamentos com ênfase na LDB, DCN, PCN’s e nas diversas propostas que tratam desse currículo, pois a escola deve estar preparada para socializar seus conhecimentos de forma clara e responsável.
Na instituição escolar, o currículo deve ocupar lugar primordial na construção dos projetos, metas e objetivos, pois é essencial na atuação pedagógica. Portanto é fundamental que passe por constantes discussões, reflexões e planejamentos com ênfase na LDB, DCN, PCN’s e nas diversas propostas que tratam desse currículo, pois a escola deve estar preparada para socializar seus conhecimentos de forma clara e responsável.
Muitos fatores interferem ou não na
aprendizagem dos educandos, o que eles aprendem resulta da contextualização de
conteúdos e espaços de referência. Os sujeitos envolvidos na ação educativa devem
participar e discutir com o gestor e professores na construção dos projetos e nas
ações educativas, no intuito de saber se o currículo está de acordo com a
qualidade do ensino, se valoriza seus direitos e a sua formação integral.
Nesse intuito, a equipe gestora e professores
ao elaborarem o currículo precisam ter em mente os seguintes questionamentos: para quê, para quem, qual o conteúdo a
ser ensinado, a metodologia e os objetivos a serem alcançados. Essa equipe
também precisa estar atenta a todo processo que envolve o currículo escolar e
suas implicações na educação dos sujeitos e na qualidade do ensino o que propõe
uma formação mais consistente nessa área, com ações voltada para a
promoção da organização e da articulação de todas as condições materiais e
humanas necessárias para garantir os avanços dos processos sócio educacionais
da escola e a melhoria da qualidade do ensino
A escola de forma geral, não pode ficar
alheia às mudanças que ocorrem ao seu redor, pois esse novo cenário nos obriga
a rever os conteúdos a serem ensinados, as formas de planejar e lidar com novas
situações. A discussão sobre currículo não envolve
apenas organização e seleção de conteúdo, mas as concepções acerca da sociedade
e seu desenvolvimento. Segundo Santos e Moreira(1996) “em parte por meio do
currículo, diferentes sociedades procuram desenvolver os processos de
conservação, transformação e renovação dos conhecimentos historicamente
acumulados”.
Sabemos que existem na escola diferenças de
saberes e ritmos de acompanhamentos de conteúdos por parte dos educandos, estes
muitas vezes são classificados como inferiores, lentos etc. A escola deve
repensar o currículo em função da desigualdade, pois todos têm direito à
educação, cultura, esporte e lazer. Sendo assim, este currículo deve considerar
o ser humano na sua integralidade para que atenda a todos de forma
significativa, pois isso é um desafio para a escola. No entanto, os princípios
norteadores definidos pela LDB 9394/96 ampliam e fundamentam as ações da gestão
escolar nesse processo, nas quais precisa desenvolver na escola uma gestão
democrática buscando a integração de todos os segmentos da comunidade escolar,
melhorando a qualidade do processo de ensino aprendizagem, na tentativa de
obter resultados satisfatórios
Referências
BRASIL.
Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece
as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União. Brasília,
DF, v. 134, n. 248, p. 27833-841, 23 dez. 1996
CURY, Carlos Roberto
Jamil. Direito a Educação: um campo de atuação do gestor na escola.
MOREIRA,
Antônio Flávio Barbosa. O Campo do Currículo no Brasil: os anos noventa.
In: Currículo sem Fronteiras, 2001.
SANTOS. L. L.C.P e MOREIRA, A. F.
Currículo: questões de seleção e
organização do conhecimento. In: Caderno Idéias. N.26, FDE. São Paulo,
1996.
SILVA, T. T. da. Documentos de identidade: uma introdução às
teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
GESTÃO DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA
Nos
últimos tempos a gestão escolar democrática e participativa adquire uma
conotação cada vez mais consistente devido aos constantes problemas que
envolvem a educação e a instituição escolar. Ela deve estar voltada para a
promoção da organização e da articulação de todas as condições materiais e
humanas necessários para garantir os avanços dos processos sócio educacionais
da escola e a melhoria da qualidade do ensino.
Essa qualidade de ensino necessita de métodos
mais consistente de ações desenvolvidas pela comunidade escolar tendo em vista
a complexidade dos problemas educacionais o que e demandam uma visão global e
abrangente Luck(2006) assim como uma ação articulada, dinâmica e participativa.
O gestor exerce um grande papel, pois estabelece o direcionamento para
mobilizar, sustentar e dinamizar as ações da escola no intuito de melhorar a
qualidade do ensino juntamente com todos que fazem parte da comunidade escolar.
Desta forma, a Escola Rosa de Lima Bezerra
atende os princípios da gestão democrática participativa uma vez que os
processos decisórios são feitos de forma coletiva de modo que as finalidades da
escola e metas traçadas são a priori discutidas em conjunto. A gestão e a
equipe pedagógica se organiza de forma democrática e segue uma linha pedagógica
mesclada, com decisões articuladas com os demais membros principalmente
professores, supervisores e coordenadores seguindo as diretrizes e a proposta
pedagógica da escola com planejamento participativo, contextualizado e
multidisciplinar valorizando as experiências positivas. Nesse processo, os professores tornam-se
também responsáveis pela forma de organização e gestão pois seu trabalho em
sala de aula é a razão de ser da organização e gestão escolar ( LIBÂNEO ,2005).
Nesta instituição não existe um nível hierárquicos, mas sujeitos iguais com
funções diferentes que trabalham de forma coletiva em prol de uma educação de
qualidade.
Os
desafios na Escola Rosa de Lima são uma constante uma vez que vem trazendo um
histórico de violência, evasão e reprovação bem acentuados. No entanto, neste
ano em curso foi desenvolvido uma grande parceria entre professores,
funcionários, gestor, coordenadores e a comunidade no intuito de amenizar tais
problemas. Foram feitas reuniões com a participação dos pais onde os mesmos
opinaram e deram sugestões acerca de resolução dos problemas na escola. Da
mesma forma, no que se refere a gestão financeira as ações são discutida
coletivamente e as formas de direcionamento dos recursos destinados a escola
são definidos priorizando, de forma transparente, as ações diretamente
relacionadas a melhoria da qualidade do ensino, dentre outras prioridades
destacadas pelos membros.
A participação do conselho escolar é sempre
relevante em todos esses casos uma vez que é através deste que as decisões são
articuladas, efetivadas e registradas, com esse intuito foram efetivadas
algumas ações para o fortalecimento do mesmo. As ações na escola sempre são
compartilhadas, embora as vezes a participação se acentua mais entre os membros
efetivos da instituição tendo em vista que a participação da comunidade local fica
um pouco a desejar pelo fato de serem poucos os membros presentes nas reuniões
e assembleias realizadas pela escola.
Trabalhar
de forma coletiva também é um desafio e nem sempre existe o consenso por parte
dos membros da escola. No entanto, os princípios norteadores definidos pela LDB
9394/96 ampliam e fundamentam as ações da gestão escolar, nas quais precisa
desenvolver na escola uma gestão democrática buscando a integração de todos os
segmentos da comunidade escolar, melhorando a qualidade do processo de ensino
aprendizagem, na tentativa de obter resultados satisfatórios.
Referencias.
BRASIL: lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- Lei 9394/1996.
CURY,
Carlos Roberto Jamil. Direito a
Educação: um campo de atuação do
gestor na escola.
LIBÂNEO, J. C;
OLIVEIRA, J. F; TOSCHE, M. S. Educação Escolar: políticas,estrutura e
organização. São Paulo: Cortez, 2005.
LÜCK,
Heloísa. Concepções e processos democráticos
de gestão educacional. Rio de Janeiro, Editora Vozes, 2006.
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